quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Ata 09-02

Nina avisou que não poderia vir, estava gravando no Uruguai. Estas moças no Uruguai, hm, hm, hm....


 
Com a chegada de todos conversamos um pouco sobre o último encontro. Não jogamos e fomos direto para o vídeo Tarja Branca. Conversamos muito sobre brincar e o sentido do aprender.


 
Fizemos uma leitura do texto "definitivo", ainda sem os atores com seus personagens!
 


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Agora ressalto, a sensação de assistir ao filme com vocês foi boa demais. O filme tem muito a ver com uma de nossas inquietações, esse tal de brincar. Manolos, por que perdemos isso? Quando perdemos? Perdemos? E na real, vale a pena resgatar? Pelo que o filme trouxe tanto em suas imagens, como na comunhão em silêncio e risadas que estávamos ao o assistir, creio que sim. Brincar é preciso.


 
Depois fizemos a leitura descompromissada do texto. Dá para perceber que ele ainda precisa de diversas aparadas. Mas como já ouvi falar, a gente tem de escrever igual as lavadeiras de roupa.
Primeiro molha, ensaboa, depois deixa no sol pra quarar e só por fim lava e deixa secar. Sinto que chagamos na hora de quarar o texto. Ele está lá, sob os auspícios do Sol para clarear nossas sensações e ideias. Depois jogamos água, esfregamos e fica o essencial. É na calma.


 
Vou colocar diversas observações feita no dia, em especial de Strobel e Paulo:
 
  • criança B é igual ao adulto B e também é inventada pela criança A, isso é era uma incógnita e virou uma maior.
  • o sonho é maior que a vida do adulto B
  • criança A é madura; é quem segura as pontas; foge nas suas esquisitices;
  • adulto B é ingênuo, vive um sonho que passou; impões os sonhos; infantil, imaturo ou menos aprofundado, sabe lidar melhor com as emoções do que adulto A;
  • adulto A não aguenta responsabilidade; mais escancarado; sabe lidar melhor com as coisas práticas do que adulto B;
  •  adultos têm medo >>> encolhidos frágeis
  • crianças corajosa >>> maiores, aguentam, mais forte.


Mais ou menos isso:




 








Fernando e Carlos

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