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Agora ressalto, a sensação de assistir ao filme com vocês foi boa demais. O filme tem muito a ver com uma de nossas inquietações, esse tal de brincar. Manolos, por que perdemos isso? Quando perdemos? Perdemos? E na real, vale a pena resgatar? Pelo que o filme trouxe tanto em suas imagens, como na comunhão em silêncio e risadas que estávamos ao o assistir, creio que sim. Brincar é preciso.
Primeiro molha, ensaboa, depois deixa no sol pra quarar e só por fim lava e deixa secar. Sinto que chagamos na hora de quarar o texto. Ele está lá, sob os auspícios do Sol para clarear nossas sensações e ideias. Depois jogamos água, esfregamos e fica o essencial. É na calma.
- criança B é igual ao adulto B e também é inventada pela criança A, isso é era uma incógnita e virou uma maior.
- o sonho é maior que a vida do adulto B
- criança A é madura; é quem segura as pontas; foge nas suas esquisitices;
- adulto B é ingênuo, vive um sonho que passou; impões os sonhos; infantil, imaturo ou menos aprofundado, sabe lidar melhor com as emoções do que adulto A;
- adulto A não aguenta responsabilidade; mais escancarado; sabe lidar melhor com as coisas práticas do que adulto B;
- adultos têm medo >>> encolhidos frágeis
- crianças corajosa >>> maiores, aguentam, mais forte.
Mais ou menos isso:
Fernando e Carlos
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